Projetos
Residência M⎥R
Uma arquitetura que se volta para dentro e se abre para o viver. Em um terreno urbano de 360 m², em São José do Rio Preto, a Casa-Pátio nasce do desejo de criar uma residência térrea, prática e acolhedora, onde a natureza e a convivência participassem do cotidiano. O desafio de acomodar um programa completo em 215,40 m² foi resolvido por meio de uma implantação em U, que transforma o pátio central no elemento organizador da arquitetura. Mais do que uma área de lazer, a piscina e o paisagismo estabelecem conexões visuais entre os ambientes, favorecendo a entrada de luz natural e a ventilação. A distribuição espacial preserva o setor íntimo no bloco posterior, enquanto os espaços sociais se abrem para o convívio. O volume gourmet elevado em relação ao pátio cria uma relação singular entre os ambientes, aproximando diferentes momentos de permanência e interação. A combinação de tijolo aparente, concreto, madeira e pedra natural traduz uma arquitetura brasileira contemporânea, em que a materialidade reforça o acolhimento e a integração com a natureza. Mais reservada para o exterior e aberta para seu próprio interior, a Casa-Pátio encontra na arquitetura o equilíbrio entre privacidade, natureza e convivência.
Por Elisa Vasconcelos
Residência R|L
Por Elisa Vasconcelos
Casa Pátio
A Casa Pátio nasceu de uma tensão presente desde as primeiras conversas: o programa sugeria um sobrado, mas havia o desejo de preservar um espaço livre no coração do lote. De certa forma, o pátio já estava implícito ali. O casal deu ao studio liberdade total para pensar a casa. O programa reunia sala ampla, cozinha e área gourmet integradas, três suítes, sala de estar, lavanderia e um detalhe singular: uma cervejaria. A virada veio da leitura do terreno. O lote, mais largo que o comum na região e com uma leve declividade, deixou de ser visto só pela dimensão e passou a definir a arquitetura. Em vez de empilhar um pavimento sobre o solo, a casa se distribui em níveis: o volume superior, o nível semienterrado e o térreo social. Dois blocos paralelos emolduram o pátio, com um ipê-branco, deck e a piscina integrada ao bloco suspenso. O concreto moldado in loco organiza a casa em lâminas, fechadas por vidro. Nos quartos, brises inspirados no muxarabi criam uma segunda atmosfera: quem está dentro aproveita a paisagem arborizada do condomínio, e quem está fora quase não enxerga o interior. Na suíte, a vista de quase 180 graus a partir da cama convive com a privacidade. O hall de entrada distribui a circulação entre subsolo, térreo e primeiro pavimento e conduz direto ao centro da casa. Subir, descer, avançar e retornar oferece percursos diferentes mesmo em um lote tradicional, e cada nível revela a casa de um ângulo próprio. A área social se abre por completo para o exterior, e a contemplação entre os ambientes traz à casa uma sensação de calma e acolhimento.
Por Caio Augusto Persighini
Casa Resort
Por Caio Augusto Persighini
Casa das Oliveiras
Há casas que são feitas para morar, outras, para manter vivo os encontros. Essa nasceu do desejo de um casal em criar uma residência que mantivesse a família reunida, oferecendo aos filhos adultos um lugar de encontro e convivência. Implantada em um terreno de esquina com um desnível de pouco mais de cinco metros, a casa se relaciona com um entorno privilegiado, marcado pela ausência de vizinhos em algumas divisas e pelas vistas para a vegetação ao entorno. O projeto partiu de duas condicionantes: valorizar a relação com a paisagem e garantir privacidade dos moradores. A solução foi elevar o plano de implantação por meio de aterro, estratégia que permitiu orientar a organização da residência para a área de lazer e as vistas. Os dormitórios, incluindo seus acessos á área externa, voltam-se para este espaço, enquanto os ambientes de serviço, depósito e garagem se concentram nas faces relacionadas aos vizinhos. Dessa forma, a implantação contribuiu para preservar a privacidade tanto nas áreas sociais quanto na área íntima, sem restringir a relação dos ambientes com a paisagem. Por fora, a altura, a amplitude horizontal, a composição de volumes, a materialidade e as empenas conferem solidez e privacidade. Na fachada o pano com fechamento de cobogós cria identidade, por dentro luz e dialogo com o exterior. Por dentro, o pé direito duplo de seis metros marca a chegada e estabelece a escala do espaço. A integração entre sala, cozinha, varanda e área externa favorece a continuidade visual e espacial entre os ambientes de convivência. As oliveiras, distribuidas diante da varanda gourmet contribuem para a privacidade, filtram a luz e estabelecem uma relação entre a arquitetura e a paisagem. Sua presença não se restringe ao jardim: participa da experiência visual dos ambientes e da transição entre interior e exterior. Na parte superior, as aberturas de vidro junto ao forro permitem aproximar a vegetação externa e reforça a percepção de leveza do plano do teto, como se estivesse suspenso. A implantação, a organização espacial, a luz e os elementos paisagísticos trabalham em conjunto para responder ao propósito inicial: criar uma casa que acolha a família, preserve a intimidade e mantenha uma relação constante com a natureza.
Por Noemi Yasuraoka
Casa da Luz
Por Tomaz Amaral Lotufo
Delattio e Lafontti
Por Cacau Ribeiro Interiores
Sona Dimerizável
Por Gabrielle Belone, Pedro Tremontin e Victor Belone
ENTRE A TERRA E A ÁGUA | POUSADA DE PESCA
Por Petrie Almeida
Madre Empanadas
Arte, memória e gastronomia.
Por Rone de Araújo Martins
Luna
Por Pedro Henrique Tremontin Campos
Wise Guys
Tudo nesse projeto é destaque, desde a casa modernista onde tudo acontece até a cozinha aberta, expondo toda a operação, sem medo de errar.
Por Studio Urbano Arquitetura + Design
Planetário Newton Freire Maia
Por Nardo Grothge Arquitetos
Centro Comunitário Monte Líbano
Por Estúdio Kaique Xavier + Vereda Arquitetos + Estúdio Atlântico
Projeto Acadêmico - Hospitalar
Por Giulia De Lorenzo Lopes
Estudo Preliminar de Edifício Multifuncional
Por Laura Bambozzi Al Douihi
Projeto Acadêmico - Terminal Central
Por Giulia De Lorenzo Lopes
Clinica no Jardim Estoril
Por Aalva arquitetos
Residência na Vila Universitária
Por Aalva arquitetos
Aparador Essência da Terra
Por VANESSA ALVES MARTINEZ
Fazenda São João, Agudos-SP: Projeto de revitalização de um edifício subutilizado e implementação de novas estruturas.
Por Ana Julia Lauris
LUMINÁRIA TRAVESSA
Por Estúdio Kaique Xavier
Capela - IV Charrete de Arquitetura do Unisagrado.
Por Fabrício Salla
Familia de Mobiliários - Café Ode
Por Samuel Pessoa Gonçalves Garcia
Café Ode II
Por Samuel Pessoa Gonçalves Garcia
Casa Thai
Por Caracho Arquitetos
Escultura Uno
Por Marine Rios
Espelho Criar
Por Marine Rios
Mesa Suster
Por Michel Nekis + Petra Marmoraria
Cozinha Casulo
Um jardim ao fundo destoa do restante. Se abre para cima, absorvendo a luz do dia para onde repousa. é singelo, mas presente em meio a todo o resto. Ao seu lado é onde se intervém; a cozinha, de pouca área, 4,23x 2,43/2,53 e 2,32 de altura. Aqueles que possuem um pouco mais de 1,60 tocam aquilo que seria o teto – ou a barreira entre material e imaterial, entre chão e céu. A partida é clara, um casulo dentro de outro. Ou quase uma caverna de tão pequena que é. A circulação - assim como dentro de uma gruta – dita o modo de ocupação do espaço – um corredor. O preparo e a refeição no meio sobre as bancadas suspensas que rasgam a parede e se tocam através de uma chapa metálica dão unidade para a coisa. Nas extremidades é onde os alimentos e objetos ficam armazenados em marcenaria. Sob o volume interno de aspecto monolítico nas paredes e piso, um rasgo se abre na cobertura trazendo a luz de fora para dentro. O projeto é assim como o jardim, um momento dentro casa, ou um luto do mesmo.
Por Estúdio Kaique Xavier
Banco Tatu
O Banco Tatu parte da abstração do tatu-bola, bicho-símbolo da fauna brasileira.
Por Julia Leme da Silva
CASA MARÉ
Por Studio MAIO
Estúdio Criar
Por Mariane Rios
Banco Contraponto
Por Muniz Wood
Secreto, Salão de Beleza
Por Estúdio Kaique Xavier + Qoz Arquitetos
Apartamento não sou
Por Gruta Arquitetos
Entretempos
Entretempos é o refúgio de um apreciador de arte e design. É onde ele expõe sua coleção, dedica-se à leitura e recebe amigos. Um lugar em que cada obra, cada livro e cada objeto são testemunhas silenciosas de experiências, afetos e descobertas. Para contar essa história, Vitor Pellini optou por elementos que revelam discrição e profundidade. Em vez da ostentação, o projeto celebra a autenticidade e privilegia o essencial. Os tons sóbrios permitem que as texturas e as obras de arte se revelem com naturalidade, a madeira imprime densidade e acolhimento, e o chapisco preserva a expressão da matéria. A luz indireta desenha volumes, valoriza superfícies e transforma o ambiente ao longo do dia, fazendo da passagem do tempo parte da própria experiência.
Por Vitor Pellini
Espaço Casa Olivetto
Por Estúdio Mangava
Haras Entrevero
Por Estúdio Mangava
Restaurante LUME
Por Estúdio Mangava
Luminária de mesa C17+17
Por Leonardo Trindade Gigioli
CASA SILENTE
Por Studio MAIO
UMA ESCOLA SUSTENTÁVEL - BRASIL
Por Estúdio Aberto
LOJA 2 TETÊ CONFEITARIA
Por gabriel santiago de oliveira
Sede Administrativa Med First
Por Gruta Arquitetos
Apartamento Três Marias
Por EFC Arquitetura
CASA DELTRAP
Por Aresto Arquitetura
Casa Tot
Com implantação que privilegia a integração entre os ambientes internos e os jardins que envolvem toda a arquitetura.
Por Celso Fernando Laetano
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