Residencial

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Casa das Oliveiras

Há casas que são feitas para morar, outras, para manter vivo os encontros. Essa nasceu do desejo de um casal em criar uma residência que mantivesse a família reunida, oferecendo aos filhos adultos um lugar de encontro e convivência. Implantada em um terreno de esquina com um desnível de pouco mais de cinco metros, a casa se relaciona com um entorno privilegiado, marcado pela ausência de vizinhos em algumas divisas e pelas vistas para a vegetação ao entorno. O projeto partiu de duas condicionantes: valorizar a relação com a paisagem e garantir privacidade dos moradores. A solução foi elevar o plano de implantação por meio de aterro, estratégia que permitiu orientar a organização da residência para a área de lazer e as vistas. Os dormitórios, incluindo seus acessos á área externa, voltam-se para este espaço, enquanto os ambientes de serviço, depósito e garagem se concentram nas faces relacionadas aos vizinhos. Dessa forma, a implantação contribuiu para preservar a privacidade tanto nas áreas sociais quanto na área íntima, sem restringir a relação dos ambientes com a paisagem. Por fora, a altura, a amplitude horizontal, a composição de volumes, a materialidade e as empenas conferem solidez e privacidade. Na fachada o pano com fechamento de cobogós cria identidade, por dentro luz e dialogo com o exterior. Por dentro, o pé direito duplo de seis metros marca a chegada e estabelece a escala do espaço. A integração entre sala, cozinha, varanda e área externa favorece a continuidade visual e espacial entre os ambientes de convivência. As oliveiras, distribuidas diante da varanda gourmet contribuem para a privacidade, filtram a luz e estabelecem uma relação entre a arquitetura e a paisagem. Sua presença não se restringe ao jardim: participa da experiência visual dos ambientes e da transição entre interior e exterior. Na parte superior, as aberturas de vidro junto ao forro permitem aproximar a vegetação externa e reforça a percepção de leveza do plano do teto, como se estivesse suspenso. A implantação, a organização espacial, a luz e os elementos paisagísticos trabalham em conjunto para responder ao propósito inicial: criar uma casa que acolha a família, preserve a intimidade e mantenha uma relação constante com a natureza.

Por Noemi Yasuraoka

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Casa de Campo

Materiais naturais e ventilação cruzada definem a residência implantada em harmonia com o entorno preservado.

Por Teresa Borsoi

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CASA DELTRAP

O diálogo com o entorno é complementado através da escolha de poucos materiais que combinam muito bem com o lugar.

Por Suelem Leite

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Casa Ella

Por Pedro Laterza

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CASA FE

O projeto organiza o programa de necessidades em uma planta térrea que prioriza a fluidez e a setorização inteligente dos espaços.

Por N2B Arquitetura

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Casa FF

Por Comover Arquitetura

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CASA FLOAT

Conforto térmico e eficiência construtiva em um projeto que reúne concreto armado e estrutura metálica.

Por Fagner Mendes Gava

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CASA GÊMEOS DALI

O convívio familiar como cerne do lar.

Por Laércio Fabiano Arquitetura

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Casa KG

A residência em Botucatu combina taipa de pilão, pau-a-pique e madeira de demolição em um projeto focado em tecnologias apropriadas e baixo impacto ambiental.

Por Tomaz Lotufo

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Casa Laranjeiras

Refúgio de veraneio em Paraty aposta em materiais naturais e volumes independentes para camuflar a arquitetura e devolver o protagonismo à natureza.

Por MF+Arquitetos

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CASA LIV

Nascido de um desenho da própria moradora, o projeto elimina barreiras entre sala, cozinha e jardim para criar uma rotina familiar completamente integrada. A Casa Liv, localizada em Bauru e projetada pelo escritório Fagner Mendes Gava Arquitetos, estabelece um diálogo sensível entre o espaço construído e a experiência de morar. Longe de se revelar em um primeiro olhar, a residência se transforma ao longo do dia por meio da luz, dos percursos internos e da constante transição entre o interior e a vegetação. O ponto de partida para essa concepção nasceu de uma colaboração estreita entre os profissionais e a proprietária, cujo envolvimento inicial foi determinante para o layout integrado. "Eu desenhei no papel", compartilha a cliente Lívia, ao recordar o esboço inicial que trazia o desejo de uma conexão total entre a cozinha, a sala e a área externa. A partir dessa premissa, a parceria técnica buscou viabilizar uma fluidez cotidiana, onde as atividades da família pudessem acontecer de forma livre e sem barreiras visuais ou físicas. Visualmente, o projeto adota uma postura de discrição e equilíbrio, partindo do princípio de que a redução de excessos é capaz de revelar o essencial. Na fachada, a combinação do concreto aparente, da vegetação e de um extenso fechamento em muxarabi metálico confere identidade sem necessidade de adornos. Esse muxarabi, inclusive, não se restringe à porção frontal da residência; ele se prolonga por toda a lateral, mediando a relação entre a arquitetura e o paisagismo desde o acesso principal até os fundos. O elemento atua como um filtro dinâmico que suaviza o sol da tarde, promove a ventilação natural e projeta desenhos geométricos de luz e sombra nas superfícies internas, transformando a iluminação natural no elemento que dita o ritmo dos ambientes. A transição entre as áreas sociais e íntimas reforça essa atmosfera de calma, utilizando as esquadrias como segundas camadas de filtragem da luminosidade. O desenho técnico dos caixilhos foi planejado para que as esquadrias praticamente desapareçam quando abertas, graças a perfis mínimos e painéis de vidro de canto a canto. Essa solução elimina as barreiras visuais e promove uma real integração, permitindo que a sala se expanda em direção ao deck externo e que as dinâmicas familiares -- como o movimento das crianças ou um café da manhã que se estende para o quintal -- ocorram de maneira contínua. Ao cair da noite, a percepção da Casa Liv se inverte, e a iluminação interna passa a se projetar para o exterior através da pele metálica vazada. A eficiência do projeto se consolida não por componentes isolados, mas pela sinergia entre a luz indireta, a presença constante do verde e a amplitude espacial. Ao abrir mão de portas desnecessárias nos ambientes de convivência, a arquitetura cumpre o papel de acolher o cotidiano, transformando conceitos técnicos em uma experiência de conforto e permanência.

Por Fagner Mendes Gava

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Casa M+JP

Equilíbrio em L: A convergência entre o rigor minimalista e o calor da madeira de demolição.

Por Solange Cálio Arquitetos

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