DANIEL COUTINHO VENCE O 28º PRÊMIO DECA COM O CHUVEIRO NÔMADE

Arquiteto de Americana - SP conquista o primeiro lugar no prêmio de design Deca com projeto que leva funcionalidade e beleza para os espaços externos.

O arquiteto Daniel Coutinho é o vencedor do 28º Prêmio Deca - Design para Ver e Viver, com o Chuveiro Nômade, um projeto que redefine a relação entre o espaço interno com o ambiente externo.
O Nômade nasce de uma provocação projetual: "Por que não levar um objeto que normalmente a gente utiliza dentro, fora de casa?!" Diz Daniel Coutinho. A resposta se traduz em uma solução para a área externa e o produto se destaca pela instalação simples, pela mobilidade e pela relação próxima com a natureza. É trazer o design para o movimento da vida.
Sua fixação é feita por meio de uma esfera acoplada à mangueira, que permite pendurá-lo facilmente em galhos de árvores ou outras estruturas horizontais, sem necessidade de suporte fixo. Basta conectar a mangueira a uma torneira comum para o funcionamento. Opcionalmente, pode ser utilizado um regulador de pressão para controle de fluxo e conector para extensão.  A cabeça do chuveiro é em aço inoxidável, disponível nas cores do portfólio Deca - com destaque para uma versão especial em grafite com detalhe em madeira, que reforça o diálogo entre o produto e os elementos naturais ao redor.
As linhas limpas e intencionalmente neutras do projeto não competem com a organicidade da natureza: complementam-na. Para Daniel, esse é o ponto essencial. "Design e arquitetura nascem do encontro entre forma e função", afirma o arquiteto. Não basta ser belo ou funcional isoladamente, o valor está exatamente na junção dos dois.
O Prêmio Deca é uma das premiações mais relevantes do setor no Brasil, com foco em estimular a produção criativa no diálogo entre arquitetura, design e qualidade de vida. Chegar ao pódio de sua 28ª edição representa não apenas o reconhecimento de um projeto, mas a confirmação do talento e pontencial criativo do nosso interior de São Paulo.
Para Daniel, a conquista vai além do troféu. “Eu acho que o que essas premiações agregam, é estimular e mostrar o que você faz. Então não adianta nada você ter um projeto super legal na mesa e ele ficar ali. Então, o fato de ter um espaço onde quererem ver o que que está acontecendo no mercado, o que que as pessoas estão fazendo, faz você dar esse start." Diz Daniel Coutinho.
"É a partir disso que a gente vai realmente conquistando o que é o principal como um propósito; Revelar uma profissão, revelar uma arte, é sobre a importância que existe neste papel e que as pessoas possam cada vez mais entender o quanto este agente é transformador; Não só neste cenário para em uma cidade e território. Finaliza Marília Piotto, fundadora do FORMA.